Bom, antes de tudo, um parecer do que vou deixar aqui no Blog. Estou passando pelo início de um grande processo de mudança de vida. Mudei-me há exatamente uma semana para a cidade de Camaçari, em uma prainha pequena chamada Arembepe. Eu, junto com minha namorada Déh (Deborah sem acento e com H ), ainda estamos nos adaptando a moradia, comida, jeitos e trejeitos baianos. E é aí que entra o conteúdo do "meu blog". Barbaridade! Quantas vezes ouvi e li isso em tudo quanto foi lugar e pensei comigo: "Meu blog! Que nojo"! Olha só né, como são as coisas. Neste Blog, vou colocar tudo de novo que formos vivenciando de bom e de engraçado é lógico...nestas "Desventuras na Bahia".

sábado, 12 de dezembro de 2009

Conjugação verbal baiana.

E aí pessoas.

Hoje tem uma MUITO boa!!!
Estou me preparando para fazer concursos públicos. Um Estadual e outro Municipal. Mas o que importa é que, como ontem tive que “me ir” ao centro da cidade de Camaçari para fazer os pagamentos, já fiquei sabendo dos horários de trabalho de bancos aqui e também da mais nova conjugação verbal do verbo pedir.... É sério, sério! (parafraseando um amigo meu heheh) nova conjugação.
Fui ao banco BB fazer os pagamentos e chegando lá, tinha uma fila quilométrica, que ocupava todo o salão de entrada (e que não era pequeno, diga-se de passagem) quase saindo para a rua.
Bom, fiquei alguns minutinhos lá, tipo, 40min só parado na fila, até que “me liguei” que a fila não andava, pois a porta de segurança estava fechada. Achei bem estranho e resolvi olhar que horas eram. - ahhh sim! Resolvi olhar que horas eram...
Agora faço a pergunta: Vocês “chutam” que horas eram????
ERAM EXATAMENTE ONZE HORAS DA MANHÃ! Sim, eles abrem os bancos aqui às 11h da manhã! Fiquei louco. Aì perguntei pro querido e coitado do estagiário, que sempre sofre o pênalti nestas horas, e descobri um outro banco, o tal do Banco Popular (uma facilidade que o BB rerolveu aplicar aqui para os lados do norte e nordeste do País. São para qualquer tipo de pagamentos e saques em agências espalhadas em bairros e cidades mais afastados). Chegando lá, adivinha de novo? Outra “bicha” do tamanho de um trem porque o sistema tava fora do ar heehehe! Beeeem Legaaaal!
Enquanto esperava mais uns minutinhos (cheguei à fila 11h15 por aí e já era 12h40, quase nada :-s) passou um índio véio vendendo soRvete* na fila. E é aí que vem a nova conjugação do verbo pedir:
Índio véio: Olha o sorvete... Olha o sorvete! Água de côco, água mineral, suco de fruta... Quem ainda não pediu... PIDA! ... SIMMMMM!! PIDAAAA!!
Sem mais o que dizer...

PIDA! Hheheheh... Mais grosso que dedão destroncado TCHÊ!

*Coloquei este R em destaque, porque a próxima história das “Desventuras na Bahia” é melhor ainda. Descobri um novo produto, e pelo jeito só em BA tem hehehe.

Um comentário:

  1. hauauahuhuahua aqui to eu de novo \o_ e não adianta que tu PIDA pra eu parar de ler, eu to achando muito afudê (afudê gauchês pra caralho \o_) hehehehe

    Abraaaaaaaaaaaaaaaaaaço!!!

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